Entre 1471 e 1475, navegadores portugueses exploraram o Golfo da Guiné, descobrindo as ilhas de Ano Bom (Annobón) e Bioko (Fernando Pó). Nos anos seguintes, a Ilha de Fernando Pó transformou-se em um importante posto comercial português.

Com o Tratado de Santo Ildefonso (1777), as ilhas passaram para o domínio espanhol. Em 1781, devido à febre amarela, os espanhóis se retiraram de Fernando Pó. Em 1827, os ingleses ocuparam aquela ilha, que foi retomada pelos espanhóis, em 1861.

Em 1909, as colônias espanholas de Elobey, Ano Bom, Corisco, Fernando Pó e Guiné Continental Espanhola foram unidas, formando a Guiné Espanhola. Em 1935, a colônia foi subdividida em dois distritos: Fernando Pó (a ilha de Ano Bom, com a capital Santa Isabel) e Guiné Continental (com a capital Bata, e as pequenas ilhas de Corisco e Elobey). Em 1968, a Guiné Equatorial conquistou sua independência da Espanha.

A República da Guiné Equatorial possui três línguas oficiais: espanhol (principal), francês e português. Em 2014, a Guiné Equatorial tornou-se o nono país membro, de direito pleno, da Comunidades dos Países de Língua Portuguesa.
A capital é Malabo, situada na Ilha de Bioko. Na parte continental, a maior cidade é Bata.

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Praia San Antonio del Norte, em Ano Bom (foto Romanbruehwiler).

 

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Catedral de Santa Isabel de Malabo, em Bioko. Sua construção foi iniciada em 1897 e inaugurada em 1916, em estilo gótico.

 

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São muitas as opções de ecoturismo na Guiné Equatorial.

 

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